Somos o 5º país que mais mata mulheres no mundo. A cada hora, recebemos um pedido de uma mulher em situação de risco. Acreditamos que o caminho para enfrentar este problema é o acolhimento. A cada nova voluntária, é mais um passo para que mulheres vivam uma vida sem violência. Faça parte dessa transformação!










Mulheres cis, trans e travestis psicólogas e advogadas que cumpram com os seguintes critérios:



Atender de forma voluntária



Ter disponibilidade de médio a longo prazo para atendimento (sessões contínuas e acompanhamento de atos processuais e ações jurídicas)



Estar com a inscrição ativa/regular no CRP/OAB e seguir os preceitos éticos da profissão



Cumprir às regulamentações internas do projeto
Quer saber mais sobre as diretrizes do projeto? Clique aqui.




















Passo #1: Inicie sua inscrição
Se você é psicóloga, preenche todos os requisitos acima descritos e quer atender mulheres em situação de violência, por favor, inicie sua inscrição ao lado com os seus dados cadastrais e clique no botão "CONTINUAR".




Passo #2: Complete sua inscrição
Você será direcionada para uma nova página para finalizar a sua inscrição. Nesta segunda fase, você terá que aceitar as nossas diretrizes de atendimento, preencher o caso clínico e assinar o termo de voluntariado.




Passo #3: Capacitação exclusiva
Ao finalizar a sua inscrição, você receberá um e-mail de confirmação de cadastro com um curso introdutório online exclusivo sobre o tema, pois sabemos o tamanho do desafio de se trabalhar com mulheres em situação de violência e, por isso, também queremos cuidar de quem cuida.




Passo #4: Bem-vinda ao Mapa do Acolhimento
Iremos checar os seus dados e se tudo estiver certinho, você entra para nossa rede! Enviaremos um e-mail de boas-vindas com todas as regulamentações e contatos para você se comunicar com a equipe. Fique atenta à todas as suas caixas de e-mail, inclusive o spam!




Passo #5: Deu match
Quando uma mulher próxima a você se cadastrar, você receberá um e-mail avisando que seu nome, número telefônico e registro profissional foram enviados para a mulher acolhida.




Passo #6: Agendamento
Prezamos pela autonomia da mulher, por isso ela tem até 30 dias para entrar em contato com você para agendar o primeiro atendimento. Atualmente os atendimentos estão acontecendo de forma online devido à pandemia, respeitando às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Inscreva-se aqui para ser psicóloga voluntária do Mapa, são 4 passos e leva cerca de 15 minutinhos:

Ao inserir seus dados, você concorda em ter seus dados compartilhados com os organizadores dessa página e aceita receber emails de atualização, conforme descrito na política de privacidade. Você pode cancelar o recebimento desses e-mails a qualquer momento.







Passo #1: Inicie sua inscrição
Se você é advogada, preenche todos os requisitos acima descritos e quer atender mulheres em situação de violência, por favor, inicie sua inscrição ao lado com os seus dados cadastrais e clique no botão "CONTINUAR".




Passo #2: Complete sua inscrição
Você será direcionada para uma nova página para finalizar a sua inscrição. Nesta segunda fase, você terá que aceitar as nossas diretrizes de atendimento, preencher o caso clínico e assinar o termo de voluntariado.




Passo #3: Capacitação exclusiva
Ao finalizar a sua inscrição, você receberá um e-mail de confirmação de cadastro com um curso introdutório online exclusivo sobre o tema, pois sabemos o tamanho do desafio de se trabalhar com mulheres em situação de violência e, por isso, também queremos cuidar de quem cuida.




Passo #4: Bem-vinda ao Mapa do Acolhimento
Iremos checar os seus dados e se tudo estiver certinho, você entra para nossa rede! Enviaremos um e-mail de boas-vindas com todas as regulamentações e contatos para você se comunicar com a equipe. Fique atenta à todas as suas caixas de e-mail, inclusive o spam!




Passo #5: Deu match
Quando uma mulher próxima a você se cadastrar, você receberá um e-mail avisando que seu nome, número telefônico e registro profissional foram enviados para a mulher acolhida.




Passo #6: Agendamento
Prezamos pela autonomia da mulher, por isso ela tem até 30 dias para entrar em contato com você para agendar o primeiro atendimento. Atualmente os atendimentos estão acontecendo de forma online devido à pandemia, respeitando às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Os atendimentos podem acontecer de forma presencial ou remota. Devido à pandemia do Covid-19, recomendamos que ocorram sempre respeitando às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Inscreva-se aqui para ser advogada voluntária do Mapa, são 4 passos e leva cerca de 15 minutinhos:

Ao inserir seus dados, você concorda em ter seus dados compartilhados com os organizadores dessa página e aceita receber emails de atualização, conforme descrito na política de privacidade. Você pode cancelar o recebimento desses e-mails a qualquer momento.




Como funciona o atendimento?
Assim que recebemos o cadastro de pedido de ajuda pelo nosso site, o nosso sistema busca a voluntária disponível mais próxima e automaticamente envia o contato da profissional à ela por e-mail, para que possa agendar o atendimento e ser acolhida. Quando o seu número é encaminhado para a mulher acolhida, você também recebe um email com essa informação. Assim que você e a mulher acolhida iniciarem os atendimentos e acordarem como se dará a prestação dos serviços psicológicos/jurídicos é necessário comunicar a equipe pelos canais institucionais. Os atendimentos podem acontecer de forma presencial ou remota. Caso a mulher acolhida necessite de atendimento presencial e você esteja impossibilitada de atender nesta modalidade, comunique de forma imediata à equipe, para que possamos encaminhá-la para serviço público.

Eu recebo um suporte do projeto durante o atendimento das mulheres em situação de violência?
Sim, nosso compromisso também é cuidar de quem cuida. A equipe do Mapa do Acolhimento é multidisciplinar e te dará todo o suporte necessário via e-mail, WhatsApp e ligações. Além disso, disponibilizamos uma formação exclusiva sobre o tema para auxiliar no atendimento e oferecemos um espaço de discussão dos casos com as profissionais.
Não sou psicóloga nem advogada ou ainda não me formei, posso me voluntariar?
Não, na verdade só cadastramos profissionais advogadas e psicólogas formadas, devidamente inscritas em seus respectivos órgãos reguladores da profissão. Mas você pode se inscrever depois que se formar! Neste meio tempo, existem outras formas de ajudar: pressionando em nossas campanhas em defesa das políticas públicas de acolhimento para as mulheres, doando para ajudar na manutenção do projeto e/ou divulgando o Mapa do Acolhimento para quem precise ou quem possa ajudar.

Não posso mais atender, e agora?
Calma! Se você por algum motivo não puder mais atender, não se preocupe. Entre em contato conosco imediatamente para que possamos encaminhar a mulher atendida para outras profissionais do Mapa do Acolhimento ou para a rede pública de atendimento às mulheres, de modo que ela continue sendo acolhida e não fique desamparada.

Quem pode ser atendida pelo Mapa do Acolhimento?
O Mapa do Acolhimento atende mulheres cis, trans e travestis que auto declaram que são maiores de 18 anos, residentes no Brasil, que não possuem condições financeiras de arcar com o atendimento particular e que estão ou estiveram numa situação de violência de gênero. O projeto acolhe pessoas que sofreram violência sexual, psicológica, física, virtual, patrimonial, institucional, obstétrica, doméstica, moral e assédio no trabalho. Você receberá um Formulário de Triagem de demanda para confirmar os critérios do perfil da acolhida e da demanda. Caso você identifique que a mulher não atende algum desses requisitos, pedimos que entre em contato com a equipe de imediato. Quer saber mais sobre as diretrizes do projeto? Clique aqui se você é psicóloga ou clique aqui se você é advogada.




Ficou com alguma dúvida? Fale conosco em:
contato@mapadoacolhimento.org









O Mapa do Acolhimento é uma iniciativa do NOSSAS, a organização que impulsiona o ativismo democrático e solidário no Brasil.