Somos uma plataforma que conecta mulheres que sofrem ou sofreram violência de gênero a uma rede de terapeutas e advogadas dispostas a ajudá-las de forma voluntária. Com a sua ajuda, nenhuma mulher ficará para trás! Seu apoio pode mudar muitas vidas.

Para começar, conte para nós que tipo de acolhimento você pode oferecer:





ATENÇÃO: Estamos juntas no combate à violência contra as mulheres!


Diante do contexto atual da pandemia do coronavírus, sabemos que as mulheres estão potencialmente mais suscetíveis e expostas à violência doméstica por conta do isolamento, da dependência financeira, do aumento da convivência em casa, pela ausência de atividades diárias, distância da rede de apoio, controle maior do agressor, privação do ir e vir e ausência de serviços públicos disponíveis. Por isso, estamos buscando ativamente novas formas de atuação, adaptando a operação do Mapa do Acolhimento para que nenhuma mulher fique desamparada e para que todas se sintam acolhidas e seguras! <3

Nossos esforços estão concentrados na atualização do funcionamento dos serviços públicos disponíveis para atendimento durante a quarentena, tais como delegacias, centros de referência, defensorias, hospitais de emergência e outros serviços da rede de saúde e assistência. Vamos compartilhar com todas vocês!

Acompanhe também nossas redes sociais (@mapadoacolhimento): nas próximas semanas faremos posts especiais sobre como enfrentar esse tipo de violência, pensar em estratégias e práticas de segurança, além de divulgar como e onde pedir ajuda e perfis de organizações e iniciativas que estão fortalecendo essa causa.


































(i) Se você ainda tem alguma dúvida sobre como o
Mapa do Acolhimento funciona, acesse o nosso FAQ.


Inscreva-se aqui para ser psicóloga voluntária do Mapa, são 4 passos e leva cerca de 15 minutinhos:




"Participar como voluntária do Mapa do Acolhimento vai além de oferecer atendimento de psicoterapia gratuito às mulheres vítimas de violência. É ter a oportunidade de fazer parte de uma rede protetiva bem articulada e segura, que tem empenho em garantir um espaço efetivo para que essas mulheres sejam sensivelmente consideradas, acolhidas e fortalecidas em seus direitos e dignidade."

Erica, psicóloga voluntária do Mapa do Acolhimento























(i) Se você ainda tem alguma dúvida sobre como o
Mapa do Acolhimento funciona, acesse o nosso FAQ.

Inscreva-se aqui para ser advogada voluntária do Mapa, são 4 passos e leva cerca de 15 minutinhos:




Graças a leis como a Maria da Penha (Lei 11.340 de 2006), todas as mulheres do Brasil têm o direito de acessar uma rede de serviços públicos criados especialmente para atuar na prevenção e no combate à violência contra mulheres. Infelizmente, nem todas sabem que eles existem ou como funcionam.

Esse mapeamento é feito de forma colaborativa e precisamos da sua ajuda para deixar ele ainda mais completo. Se você conhece algum local de atendimento público que não está mapeado, envie um email para contato@mapadoacolhimento.org com o nome, endereço completo e horário de funcionamento do serviço.











Aqui você encontra respostas para dúvidas que ainda possa ter:

O que a equipe do Mapa do Acolhimento faz?
A equipe do Mapa do Acolhimento não realiza os atendimentos em si, mas conecta quem precisa de ajuda com quem pode ajudar, de acordo com a região do Brasil onde elas estão. A equipe também mantém comunicação constante com as profissionais voluntárias, seja para tirar dúvidas, dar suporte ou fortalecer a rede.

Quem pode ser acolhida pelo Mapa do Acolhimento?
Mulheres cis e mulheres e homens transexuais maiores de idade, de qualquer parte do Brasil e que não possuam renda para pagar pelos atendimentos podem buscar ajuda via Mapa. O projeto acolhe pessoas que sofreram violência sexual, psicológica, física, virtual, patrimonial, institucional, obstétrica, doméstica, moral, assédio, racismo e LGBTfobia.

Se me tornar voluntária, irei interagir com outras voluntárias?
Sim! Acreditamos que é muito importante formar uma rede articulada entre as voluntárias de cada Estado, para que elas possam se apoiar, trocar informações e até marcar encontros. Por isso, caso se torne voluntária, você estará em contato com outras profissionais da sua região.

Quanto tempo dura o atendimento?
A gente acredita que cada pessoa tem uma necessidade diferente. Por isso, a duração do atendimento é acordada entre a profissional e a pessoa atendida.

Não tenho CRP, nem OAB, mas quero ajudar! Posso?
No momento, estamos cadastrando apenas psicólogas com registro profissional no CRP e advogadas com OAB, pois precisamos do respaldo desses conselhos para oferecer nossos atendimentos com a maior qualidade possível. Porém, planejamos no futuro abrir espaço para outros tipos de acolhimento. Então, você com certeza poderá oferecer ajuda!




A equipe do Mapa faz alguma triagem?
Não. Consideramos que todas as mulheres que nos procuram estão em uma situação de vulnerabilidade. Por isso, todos os pedidos de ajuda que recebemos são sempre encaminhados para as voluntárias. Caso você verifique que o caso não se enquadra no perfil do Mapa do Acolhimento, por favor, entre em contato com a nossa equipe.

De que forma se dá o atendimento?
Todo atendimento urgente deve ser feito de forma presencial. De acordo com o Conselho Federal de Psicologia, a terapia online ainda é vedada em casos emergenciais e que envolvam violência ou abuso. Por isso, o Mapa do Acolhimento tomou a decisão de orientar que todo o tipo de atendimento que proporcionamos seja presencial no caso das psicólogas. No entanto, respeitando as medidas preventivas de saúde diante do coronavírus, os atendimentos poderão ser realizados remotamente conforme nota do CFP.

O Mapa funciona onde eu moro?
O Mapa do Acolhimento recebe voluntárias de todo o Brasil. Estamos em todos os Estados do país, em mais de 900 cidades. Mas queremos expandir nossa rede cada vez mais para chegarmos nas mulheres que mais precisam de nosso acolhimento. Contamos com você para nos ajudar nessa missão!

Não posso mais atender, e agora?
Calma! Se você por algum motivo não puder mais atender, não se preocupe. Entre em contato conosco para que possamos encaminhar a mulher atendida para outras profissionais do Mapa ou para a rede pública de atendimento à mulher, de modo que ela continue sendo acolhida.

Como os homens podem fazer parte do Mapa?
Entendemos que é muito importante que os homens também se mobilizem e somem nessa causa. No entanto, priorizamos o acolhimento realizado por mulheres e, portanto, só cadastramos voluntárias mulheres para atendimento. No entanto, existem outras formas de ajudar!

Vamos articular um grupo de pessoas que queiram disponibilizar seu tempo e talento, para além dos atendimentos. No Mapa temos várias frentes de atuação onde você poderá colaborar com comunicação, programação, gestão das voluntárias, checagem de cadastro etc. Escreve para a gente!

Além disso, você também pode ajudar divulgando o Mapa para as profissionais que você conhece e desejam ser voluntárias.














(1) Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2015. (2) Datafolha, 2016. (3) Instituto Avon e Data Popular, 2016. (4) Atlas da Violência, 2018.













Se você chegou até aqui com alguma dúvida, entre em contato com
a gente pelo e-mail: contato@mapadoacolhimento.org.

Vamos receber a sua mensagem com muito carinho! <3